Ola, meus amigos da rede mundial de computadores
Uma palavravinha
O site ainda esta em construcao! Enquanto isso ouca essa pedrada do Djavan:
Um mergulho na discografia de Djavan
Uma mera tentativa de saciar a inquietação de um fascínio
Foi no começo do ano passado que comecei a prestar atenção às músicas desse meu grande ídolo, graças a uma recomendação algorítmica do Youtube Music da icônica “Samurai” que estrela o álbum “Luz” de 1982, com participação de Stevie Wonder. Simplesmente merecedora clara de sua posição no grande pódio das melhores músicas já criadas no Brasil e no mundo. Desse fascínio até nasceu uma zine e alguns desenhos:
Claro, a partir daí só ladeira acima. Principalmente quando me deparei com “Malásia” de 1996. Um dos meus álbuns preferidos, tenho até uma cópia física que, infelizmente, não consigo ouvir (por enquanto). E para surpresa de ninguém, tenho sob minha posse um par de ingressos para o show dele em Maio, o que nos leva para o assunto principal deste texto: combinei com meu companheiro que iríamos ouvir toda a discografia do verdadeiro Rei (leia- se “apenas os álbuns oficiais”: as coletâneas e versões alternativas serão apreciadas após o show), o que nos leva ao total de 26 álbuns em 14 semanas.
Combinamos assim de ouvir dois álbuns por semana, seguindo a ordem cronológica de lançamento, e nos reunirmos para conversarmos sobre eles. Penso se seria interessante registrar isso de alguma forma, como neste texto. Nossas músicas favoritas, contextualização histórica, teorias da conspiração, um Dataviz (ou Datavan), análise semiótica das capas e possíveis perguntas a se fazer para o próprio Djavan, caso tenhamos a graça de encontrar com ele algum dia (é tudo que peço Senhor, amém).
Dada a largada, “A Voz, o Violão, a Música de Djavan” (1976) e “Djavan” (1978) serão nossas primeiras vítimas para dissecação e apreciação. E já temos uma pergunta: “Porque tanto álbuns compartilham o próprio nome do cantor?”
Em breves: possíveis atualizações. Enquanto isso, veja a regressiva para o show ao lado.
Mccascavel - 03/02/2026
Iguaria
Mini-conto
Os olhos dele me encaravam insaciáveis enquanto despia cada pedacinho das vestes que ainda estavam coladas ao meu corpo. Me abraçava com os dedos antes de me engolir por inteira. O vermelho vibrante parecia instigá-lo. Foi o que sobrou quando os talheres foram postos, assim, lado a lado. Sinalizando ao garçom que meu divã de porcelana poderia ser retirado.